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Como seria o mundo 4°C mais quente?

hot-world-291x299À convite da Real Sociedade Britânica, cientistas de universidades e instituto de pesquisas realizaram estudo no qual descrevem como o mundo seria caso ficasse 4°C mais quente, já que previsões apontam que o mundo realmente passará por esta mudança até 2060. As informações são do site da revista New Scientist.

A mudança climática, estudos anteriores já apontavam, devastaria a maior parte da Amazônia e desregularia o ciclo de monções, mas a nova pesquisa indica que a falta de água seria mais severa. O aumento das temperaturas depende das ações humanas – se o aumento estagnar em 2°C, projeções apontam que os suprimentos de água já seriam baixos, graças à demanda da população. Porém, com aumento de 4°C, a falta de água tomaria proporções nunca antes vistas.

A maior parte da África Subsaariana veria sua agricultura ruir, com períodos de plantação em sua menor marca na história. A produção de milho diminuiria em 19% e a de feijão em 47%, em comparação às médias atuais.

Calor extremo, aumento do nível do mar e falta de água fariam muitas pessoas migrarem – porém, os mais pobres ficariam impossibilitados de sair de suas localidades; os cientistas, então, apontam que facilitações para mudança de país deveriam ser realizadas.

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Abastecimento de água de bilhões está em risco, diz estudo

1.1254764115.rotten-water-doorCerca de 80% da população mundial vive em áreas onde o abastecimento de água potável não é assegurado, de acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica Nature.

Os pesquisadores organizaram um índice com as “ameaças para a água” incluindo itens como escassez e poluição.

Cerca de 3,4 bilhões de pessoas enfrentam as piores ameaças, segundo o estudo. Os pesquisadores dizem que o hábito ocidental de conservar água para suas populações em reservatórios funciona para as pessoas, mas não para a natureza.

Eles recomendam que países em desenvolvimento não sigam o mesmo caminho, mas sim invistam em estratégias de gerenciamento hídrico que mescle infraestrutura com opções “naturais”, como bacias hidrográficas e pântanos.

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Estudo: 1 em cada 5 espécies vegetais está ameaçada!

dry_landUm quinto das cerca de 380 mil espécies de plantas do planeta está sob risco de extinção, e os maiores danos são causados pela atividade humana, segundo um estudo publicado na quarta-feira, com ênfase para a situação nas florestas tropicais, como a Amazônia brasileira.

Os cientistas dos Jardins Botânicos de Kew (Grã-Bretanha), do Museu de História Natural de Londres e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) concluíram que 22 por cento das espécies mundiais estão ameaçadas, criticamente ameaçadas ou vulneráveis.

“A maior ameaça individual é a conversão de habitats naturais para o uso agrícola, impactando diretamente 33 por cento das espécies ameaçadas”, diz o relatório, divulgado a poucos dias de uma conferência da ONU, em Nagoya (Japão), onde os governos devem definir novas metas para a conservação de espécies animais e vegetais.

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Estudo mostra que mudanças no clima também acentuam pobreza

poverty2Simulação feita por economista da Esalq revela impactos sociais e econômicos do efeito estufa

Que o aumento dos gases do efeito estufa pode afetar a temperatura e qualidade de vida do planeta é quase consenso. O lado menos discutido do problema são os impactos econômicos e sociais decorrentes do aquecimento global.

Este cenário já aparece em pesquisas da USP. Uma simulação feita pelo economista Gustavo de Moraes, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba (São Paulo), mostra que, dentro de dez anos os efeitos das mudanças climáticas na agricultura do País devem diminuir o PIB (Produto Interno Bruto) em 0,29% e, com isso, piorar a desigualdade de renda. O estudo foi feito com base em dados da Embrapa e exclui eventos climáticos extremos, como furacões e enchentes.

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Não ter amigos é tão perigoso quanto fumar ou beber em excesso

Estudos revelam que pessoas com menos relações sociais morrem até 50% antes das que convivem mais

INDIA/WASHINGTON – Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar ou consumir álcool em excesso, diz um estudo de cientistas americanos publicado na última terça-feira no site da revista PLoS Medicine.

Os especialistas, da Universidade Brigham Young, em Utah, e do Departamento de Epidemiologia da Universidade da Carolina do Norte, asseguram que o isolamento é ruim para a saúde e, no entanto, essa é uma tendência cada vez maior no mundo industrializado, onde “a quantidade e a qualidade das relações sociais estão diminuindo enormemente”.

Estudos prévios demonstraram que as pessoas com menos relações sociais morrem antes daquelas que se relacionam mais com amigos, conhecidos e parentes.

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Cabeças em sintonia!

cerebroUm novo estudo apoia a velha ideia de que duas pessoas podem “entrar em sintonia” quando estão conversando. A prova vem de um estudo que utiliza imagens cerebrais obtidas por aparelho de ressonância magnética funcional.

Onze indivíduos tiveram seus cérebros escaneados enquanto escutavam uma mulher contar uma história.

O padrão de ativação dos ouvintes seguia de perto o padrão da contadora de histórias, embora atrasados em até 3 segundos. Em alguns ouvintes, os padrões antecediam os padrões da contadora de histórias.

“Descobrimos que os cérebros dos participantes ficaram intimamente acoplados durante a ‘conversa’, com as respostas no cérebro do ouvinte mimetizando as do falante”, disse Uri Hasson, da Universidade de Princeton.

A equipe de Hasson monitorou a força desse acoplamento, medindo o tamanho da sobreposição de padrões. Ouvintes com mais sobreposição recontavam a história ouvida melhor do que ouvintes com menor sobreposição. “Quanto mais similares os padrões de ativação durante uma conversa, melhor o entendimento”, conclui Hasson.

Não havia, no entanto, nenhuma sincronia nos padrões entre o contador de histórias e o ouvinte quando eles ouviam a história em russo, língua que não compreendiam.

O estudo foi publicado na prestigiosa revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

Fonte: Cérebro de ouvinte mimetiza o de contador de história, diz estudo

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Homem que perdeu braços testa prótese controlada pela mente

Bracos_bionicosO austríaco Christian Kandlbauer, 22 anos, que teve os dois braços amputados, testou nesta terça-feira um protótipo de prótese controlado pelo cérebro. Kandlbauer conseguiu controlar as sete juntas do braço artificial em tempo real ao pensar nos movimentos que faria com o braço amputado. As informações são da Reuters.

O austríaco perdeu os dois braços em um acidente em 2005. A prótese é baseada em uma tecnologia chamada de TMR (sigla em inglês para reinervação muscular dirigida), um processo que utiliza os nervos residuais do membro amputado para controlar o braço mecânico. Segundo os cientistas, a prótese pode ser completamente controlada da mesma maneira como o paciente controlava o braço.

Fonte: Terra

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‘Meio mundo pode ficar inóspito com mudança climática’, diz estudo

Pesquisa leva em conta perspectivas mais extremas de modelos climáticos.

O aquecimento global pode deixar até metade do planeta inabitável nos próximos três séculos, de acordo com um estudo das universidades de New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados Unidos, que leva em conta os piores cenários de modelos climáticos.

O estudo, publicado na última edição da revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”, afirma ainda que, embora seja improvável que isso aconteça ainda neste século, é possível que já no próximo várias regiões estejam sob calor intolerável para humanos e outros mamíferos.

“Descobrimos que um aquecimento médio de 7°C faria algumas regiões ultrapassar o limite do termômetro úmido [equivalente à sensação do vento sobre a pele molhada], e um aquecimento médio de 12°C deixaria metade da população mundial em um ambiente inabitável”, afirmou Peter Huber, da universidade de Purdue.

Os cientistas argumentam que ao calcular os riscos das emissões de gases-estufa atuais, é preciso que se leve em conta os piores cenários, como os previstos no estudo.

‘Roleta russa’
Quando o professor Huber fala em um aquecimento médio de 12°C, isso significaria aumentos de até 35°C no termômetro úmido nas regiões mais quentes do planeta.

Atualmente, segundo o estudo, as temperaturas mais altas nessa medida nunca ultrapassam 30°C. A partir de 35°C no termômetro úmido, o corpo humano só suportaria algumas horas antes de entrar em hipertermia (sobreaquecimento).

Huber compara a escolha a um jogo de roleta russa, em que “às vezes o risco é alto demais, mesmo se existe apenas uma pequena chance de perder”.

O estudo também ressalta que o calor já é uma das principais causas de morte por fenômenos naturais e que muitos acreditam, erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se adaptar a temperaturas mais altas.

“Mas quando se mede em termos de picos de estresse incluindo umidade, isso se torna falso”, afirmou o professor Steven Sherwood, da universidade de New South Wales.

Calcula-se que um aumento de apenas 4°C medidos por um termômetro úmido já levaria metade da população mundial a enfrentar um calor equivalente a máximas registradas em poucos locais atualmente.

Os autores também afirmam que um aquecimento de 12°C é possível pela manutenção da queima de combustíveis fósseis.

“Uma implicação disso é que cálculos recentes do custo das mudanças climáticas sem mitigação [medidas para combatê-las] são baixos demais.”

Fonte: G1

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Bebês de seis meses conseguem diferenciar o certo do errado

Após apresentação de fantoches, crianças preferiram os heróis aos vilões

21100Uma pesquisa recente concluiu que aos seis meses de idade os bebês já conseguem distinguir o certo do errado. Pesquisadores deixaram que os bebês assistissem a apresentações de fantoches com personagens do bem e do mal, ou seja, heróis e vilões.

Depois, os estudiosos pediram para as crianças que apontassem seus preferidos. A maioria escolheu os “bons”.

A experiência, coordenada por psicólogos do Centro de Cognição Infantil da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, contradiz a versão geralmente apresentada por profissionais da psicologia que se baseiam na teoria de Sigmund Freud, segundo a qual os bebês nascem “amorais” e adquirem senso de certo e errado por meio de condicionamentos ao longo da vida.

Em outro experimento, bebês com idade entre seis meses e um ano assistiram a um filme de animação em que uma bola vermelha com olhos tenta subir um morro, enquanto um quadrado amarelo tenta ajudar a empurrá-la por trás e um triângulo verde tenta forçá-la de volta para baixo.

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Religiosidade protege coração, diz estudo

Dois estudos internacionais indicam que a religiosidade pode proteger da morte por problemas cardíacos e de doenças como hipertensão.

Por 30 anos, médicos norte-americanos acompanharam a saúde cardiovascular de 6.500 adultos que não apresentavam fatores de risco (obesidade, tabagismo etc.). Constataram menor número de mortes por doenças do coração entre os que seguiam alguma religião.

Outro estudo americano, realizado pela Universidade de Duke com 3.963 pessoas, concluiu que a leitura de textos religiosos, a prática de oração ou a participação em cultos reduziu em 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão. Com base nesses resultados, a Sociedade de Cardiologia de São Paulo vai discutir pela primeira vez a relação entre espiritualidade e saúde cardiovascular, em um congresso que começa hoje na capital.

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Encontraram a Arca de Noé!

Grupo de chineses e turcos teria localizado vestígios da mítica embarcação no Monte Ararat

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Um grupo de arqueólogos chineses e turcos afirmam ter localizado a bíblica Arca de Noé no topo do Monte Ararat, na Turquia, segundo informa nesta terça-feira, 27, a imprensa local.

Um dos membros do grupo, o documentarista chinês Yang Ving disse que foi localizada uma estrutura de madeira antiga a uma altitude de 4 mil metros no Ararat, que está localizado próximo à fronteira com o Irã.

O explorador, membro de uma organização internacional dedicada à busca da mítica embarcação em que Noé e sua família escaparam do dilúvio, afirmou que os vestígios encontrados datam de 4.800 anos atrás.

“Não é 100% seguro que seja a Arca, mas avaliamos que é 99,9%. A estrutura do barco tem muitos compartimentos e isso pode representar os espaços onde os animais foram acomodados”, disse Ving em declarações à agência de notícias turca Anadolu.

O especialista também informou que o grupo entrou em contato com o governo da Turquia para pedir proteção ao local onde será feita as escavações e adiantou que solicitará à Unesco que inclua essa região na lista de patrimônios da humanidade.

Não é a primeira vez que um grupo de arqueólogos afirma ter encontrado a Arca de Noé no Monte Ararat, o mais alto da Turquia, onde a Bíblia narra que Noé desembarcou após as águas baixarem depois do Dilúvio.

Fonte: Estadão
[+] Has Noah’s Ark Been Found on Turkish Mountaintop?

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