Tag Archives: Economia

Enquanto isso, na terra do Tio Sam…

Tem haver com…
Preço de moradias cai 3,6% em março nos EUA
Confiança do consumidor nos EUA atinge menor nível em seis meses

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Estudo: Em 2020 vamos consumir ‘duas Terras’

A economia mundial em 2020 consumirá recursos equivalentes aos de dois planetas Terra, segundo alerta o relatório Technology Outlook 2020 (Perspectiva Tecnológica para 2020), desenvolvido pela empresa DNV, especializada em gestão de riscos.

De acordo com a pesquisa, a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial, mas, por outro lado, tal fator acabará estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável. De acordo com o relatório, áreas de grande extensão como a China, Índia, Austrália e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão a subir.

Contudo, apesar da projeção catastrófica, o documento também afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar na próxima década. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto da energia que consomem, e cerca de 8% de toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.

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Aquecimento global influencia preço de alimentos, diz economista

summer farmEnquanto embaixadores discutem o aquecimento global na Conferência do Clima (COP-16), no México, os consumidores sentem os efeitos da desordem ambiental derretendo o dinheiro na carteira. Variações anormais das chuvas, que não respeitam épocas esperadas para colheita e cultivo, têm afetado cada vez mais a produção de alimentos. Foram problemas climáticos, por exemplo, que prejudicaram a oferta de trigo na Rússia e elevam os preços dos pães por aqui.

A falta de chuvas no período correto prejudicou o pasto e reduziu a produção de carne bovina (25,6% mais cara). Outra vítima da chuva é o feijão, que ficou mais caro. Já batata (queda de 31%), cenoura (-50%) e cebola (-60%) tiveram grandes cortes nos preços.

“Dias em que chove mais do que se esperava para todo o mês estão mais comuns. Chuva e a seca estão mais intensas do que o esperado”, analisa o economista Christian Travassos, da Fecomércio-RJ, que aposta que o clima afetará ainda mais a economia.

Ele explica que o setor extrativista e agropecuário são os primeiros a perceber os sinais. Mas o comércio já sente os impactos com altas de preços, por conta da participação do Brasil no mercado internacional. “A integração de mercados reforça as oscilações abruptas. Produtos ‘in natura’ sofrem mais essa tendência”, diz. Uma outra explicação para a forte variação nos preços é a alternância de culturas.

Cultivo
O aquecimento da temperatura do planeta agora permite que regiões frias demais para produzir batam recordes de produtividade. Para o consumidor, aumenta a oferta.

Inflação
As alterações de preços não-previstas pegam de surpresa produtor, varejista e consumidor e fica mais difícil planejar a compra. Substituir virou chave para economizar.

Fonte:
Terra

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Incerteza generalizada atinge os EUA

uncle-sam-4-15-10Roger Cohen – Em Londres (Reino Unido)

A esperança no presidente dos EUA, Barack Obama, dissipou-se em pouco tempo devido à crise

Os “espíritos animais” aos quais Keynes se referiu estão à espreita por todos os Estados Unidos. E eles estão de mau humor. Esses espíritos estão cansados e encontram-se em situação difícil. As corporações estão armazenando dinheiro, quando têm algum dinheiro para armazenar, porque não estão acreditando na recuperação econômica.

Durante uma visita de uma semana, eu me deparei com um clima de profunda intranquilidade nos Estados Unidos que parece ter descambado para o tribalismo – não tribalismo étnico, mas sim político, econômico e social. A incerteza é generalizada. O resgate de Wall Street promovido pelo governo, aliado às sérias dificuldades de uma classe média que luta para sobreviver com salários estagnados ou em queda, fez com que aumentassem os ressentimentos.

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EUA em declínio: Plano econômico de Obama não cria empregos!

economic-depressionEm 2008, Barack Obama foi eleito em meio a euforia para tirar os Estados Unidos de uma grande recessão e do atolamento no Iraque e no Afeganistão. Em 2010, às vésperas das eleições dadas como perdidas aos democratas, ele deve anunciar um novo plano de estímulo de US$ 150 bilhões em razão de uma retomada que derrapa e não está criando empregos.

Após sete anos de conflitos, 4.400 mortos entre os soldados americanos e cerca de 100 mil vítimas civis iraquianas, as tropas de combate deixam um Iraque em plena guerra civil. A mesma questão se esboça no Afeganistão, com a crônica anunciada de uma retirada tendo confrontos tribais como pano de fundo.

Sob a impopularidade do primeiro presidente negro dos Estados Unidos despontam o declínio do país e a missão impossível que lhe foi incumbida: garantir a transição sem conflitos de uma hiperpotência ilusória para uma nação de primeira linha, mas de direito consuetudinário, limitada por dentro pelas dificuldades associadas ao superendividamento, e por fora pela concorrência dos gigantes emergentes.

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Ahmadinejad diz em discurso na ONU que capitalismo está morrendo

AhmadinejadNAÇÕES UNIDAS, EUA (Reuters) – O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta terça-feira em sessão da Assembleia Geral da ONU sobre a pobreza mundial que o capitalismo está a beira da morte e está na hora de se adotar um novo sistema econômico.

“A ordem discriminatória do capitalismo e as hegemonias estão diante da derrota e estão chegando perto de seu fim”, disse Ahmadinejad à Assembleia, que está reunida para discutir os avanços dos programas da ONU para reduzir a pobreza até 2015.

“As estruturas não democráticas e injustas dos órgãos tomadores de decisão nos campos da política e da economia internacional são as razões por trás da crise que a humanidade vive hoje”, acrescentou, de acordo com a tradução de seu discurso.

Ahmadinejad, que no passado já atraiu grandes públicos para discursos na ONU, falou diante de um salão praticamente vazio nesta terça-feira.

Não ficou claro se a incomum pequena presença de pessoas aconteceu devido ao menor interesse em Ahmadinejad desde seu primeiro discurso à Assembleia cinco anos atrás ou se porque ele foi um dos primeiros a falar na sessão da manhã, que começou às 9h do horário local.

Ahmadinejad não ofereceu nenhuma alternativa clara ao capitalismo, mas disse que o mundo precisa de uma “ordem justa e humana à luz da qual os direitos de todos sejam preservados e a paz e a segurança sejam garantidas”.

Ahmadinejad vai discursar novamente na Assembleia Geral na quinta-feira.

(Reportagem de Louis Charbonneau)

Fonte: Y!

[+] Discurso de Ahmadinejad na ONU não teve tradução simultênea

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FMI: Mercado de trabalho mundial vive “situação catastrófica”

Mercado_trabalhoO diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse, hoje, que “o mercado laboral está numa situação catastrófica” e afirmou que esta situação não se inverterá com “as velhas receitas”. De acordo com o relatório preparado para este dia pelo FMI e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a crise gerou, em três anos, 30 milhões de desempregados, o que elevou para 210 milhões o número de desempregados a nível mundial.

“Esta crise, a mais grave de todas, deixou uma imensidão de desempregados sem paralelo”, afirmou Dominique Strauss-Kahn, na abertura da conferência sobre emprego que hoje decorre em Oslo e que reúne peritos e responsáveis europeus, como o primeiro ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, e o primeiro ministro grego, Giorgos Papandreu.

Strauss-Kahn recordou que a crise, que “não terminou”, mudou a estrutura económica dos países e pôs à prova os modelos económicos.

O director-geral do FMI disse que vários países viram aumentar de forma dramática o desemprego porque “as suas exportações caíram ou foram arrastadas pelo colapso do setor da contrução”.

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Milionário dará mala de dinheiro por ideia para “salvar” economia

ideia_O australiano Dick Smith anunciou nesta quarta-feira um prêmio de 1 milhão de dólares australianos (cerca de US$ 904 mil) ao jovem que tiver a melhor ideia para “salvar” a economia global do crescimento exponencial do consumo. O fundador da rede Dick Smith Electronics acredita que os recursos finitos do planeta não darão conta do aumento populacional e, se nada for feito, a sociedade entrará em colapso.

Segundo ele, políticos, empresários e a mídia têm medo de falar em controle de população porque pode parecer racismo, conforme informou o jornal The Sydney Morning Herald. Para concorrer à maleta cheia de dinheiro é preciso ter menos de 30 anos, realizar um trabalho ou estudo bem sucedido com objetivo de manter o crescimento da economia de maneira sustentável.

Não há inscrição, Smith escolherá o vencedor após 12 meses por meio de indicações ou destaque na mídia. O milionário chamou o prêmio de William Wilberforce, lembrando o político inglês que incentivou a abolição da escravidão, mesmo com os receios de colapso econômico.

Fonte: Terra

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Nem a Recessão Mundial freia venda de armas

Pasmem…

295armasNações Unidas, 17/3/2010 – A crise financeira mundial não impediu que a venda de armas crescesse 22% nos últimos cinco anos. Tanto nações ricas como pobres reforçaram seus arsenais com aviões caça, helicópteros de combate, submarinos, veículos blindados e sistemas de defesa aérea. Os cinco maiores compradores de armas no período de 2005 a 2009 foram China, Índia, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos e Grécia, segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Internacional de Estocolmo de Pesquisa para a Paz (Sipri). A lista continua com Turquia, Cingapura, Paquistão, Malásia, Israel, Argélia, Morrocos, Líbia, Egito, Irã, África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, Sudão, Chile e Venezuela.

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Ricos e tratantes!

Países ricos doam muito menos do que prometeram aos mais pobres

0,,1611057_1,00Nações mais ricas do mundo quebram promessas feitas em 2005 e doarão menos dinheiro para países pobres. A principal afetada será a África, que só receberá 12 dos 25 bilhões de dólares previstos.

A quantia doada pelos países industrializados para o desenvolvimento dos mais pobres entre 2004 e 2010 será 21 bilhões de dólares inferior ao que fora prometido há cinco anos. Independentemente deste fato, a ajuda cresceu 35% no período em questão, atingindo níveis recordes.

As informações fazem parte de um estudo divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. Segundo esta, a Alemanha, França e Japão são algumas das potências mundiais que não cumpriram com os valores prometidos. A lista inclui Áustria, Grécia, Itália e Portugal.

A ajuda ao desenvolvimento deveria alcançar ao menos 0,51% do Produto Interno Bruto (PIB) de cada país, o que não foi respeitado. A Alemanha contribuiu apenas com 0,4% do seu PIB, a França com 0,46%, Portugal com 0,34%, e a Itália com apenas 0,2%. Por outro lado, a Suécia e Luxemburgo superaram as expectativas, apesar da crise financeira, doando 1,03% e 1% respectivamente.

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Fim do ártico pode custar 24 trilhões de doletas até 2050!

global-warming-arctic-ice-sheetsWASHINGTON (Reuters) – O derretimento das geleiras no Ártico pode custar de 2,4 trilhões de dólares a 24 trilhões de dólares até 2050 em danos à agricultura global, aos imóveis e às seguradoras causados pelo aumento do nível dos oceanos, enchentes e ondas de calor, informou um estudo divulgado na sexta-feira.

“Todos ao redor do mundo irão carregar esses custos”, afirmou Eban Goodstein, um economista do Bard College, no Estado de Nova York, e co-autor do estudo chamado “Tesouro Ártico, Ativos Mundiais Derretendo”.

Ele afirmou que o relatório, revisado por mais de uma dezena de cientistas e economistas e financiado pelo Pew Environment Group, um braço do Pew Charitable Trusts, é a primeira tentativa de calcular o tamanho das perdas de uma das regiões mais importantes para o clima mundial.

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